Começamos nosso décimo dia de viagem deixando Queenstown para trás com muito pesar no coração, acreditamos que essa foi a melhor cidade das oito que visitamos até agora, não tanto por causa das atividades que fizemos mas por ter encontrado tantos conterrâneos e pelas belíssimas paisagens.
Deixando Queenstown para trás, seguimos com o ônibus para Dunedin, de fato nesta cidade não fizemos nada, a não ser o de sempre, ao chegar arrumar as malas no quarto, ir fazer compras para nosso jantar no mercado mais próximo, voltar ao hotel, tomar banho, jantar e acessar a internet e dormir…
De qualquer forma a história deste hostel como eles chamam é interessante, ele foi construído em 1907 e por cinquenta anos funcionou como hospital. Em 1982 ele foi feito hostel para a juventude (YHA). Abaixo uma foto da faixada que por sinal é bastante “pitoresca” como a maiora dos prédios de Dunedin.
Após a pernoite em Dunedin, seguimos para Lake Tekapo, abaixo detalhe do ônibus que tem nos levado dessa vez.
No caminho, paradas estratégicas para conhecermos os pontos turísticos e por que não gastarmos um pouquinho aqui e ali comprando de camisetas a breakfasts regados a sauchichas, bacon, ovos e pão. Como não somos muito chegados a esse cardápio e também o $ anda curto, preferimos conhecer os lugares FREE e tirar fotos como as abaixo.
O detalhe dessa praia fica com essa pedras que são em formato oval, como elas adquiriram esse formato ninguém sabe, por aqui dizem que podem ter caido da Lua…
Pela primeira vez consegui chegar perto de uns sãopaulinos, ops digo, veadinhos que os fazendeiros criam por aqui, isso mesmo, os caras criam veados! Até agora eu não tenho certeza da razão, provavelmente pela carne mesmo. O fato é que existem grupos grandes desses animais pastando presos como se fossem domesticados e de fato parecem ser porque esses não se moveram enquanto tirávamos as fotos (veja nossa sombra).
Detalhe do monte Cook e do lago à beira da pista. Ao chegar no hostel de Lake Tekapo, já providenciamos um lanche pois estávamos com fome. O quintal do hostel dá fundo para o lago, lugar maravilhosamente bonito!
Depois de descançar um pouco (sim, não fazer nada cansa), decidimos ir nas hot pools em um clube perto do hostel, eles tem umas piscinas aquecidas com vista para o lago e as montanhas, coisa de doido.
Chegamos às seis horas da noite e fomos avisados que poderíamos ficar até as nove horas, como bom brasileiros, só pagamos para usar as piscinas e não alugamos as toalhas, imagine pagar o absurdo de NZ$ 6,00 por toalha! Existem três piscinas, cada uma com uma temperatura diferente que variava de 27 a 32 graus, aguentamos ficar até as sete e meia porque apesar das pisconas serem a céu aberto, o negócio esquenta pra burro.
O difícil foi sair em uma temperatura de três graus fora das piscinas e andar uns trinta minutos até chegar em nosso hostel no escuro entre as árvores e com o corpo meio molhado, afinal, toalhas caras… Tipica coisa de mochileiro mesmo, na imagem abaixo o detalhe da fumaça que sai dessas piscinas à noite!
No outro dia chegamos em Christchurch, a cidade mais inglêsa da Nova Zelândia. De fato a grande maioria das construções são bem “inglêsas”, colégios que lembram o filme do Harry Potter, eu mesmo não assisti o filme, o cara do bondinho que disse isso! Museus, parques, velhas construções, monumentos, catedrais estilo gótico, enfim, o que as fotos abaixo mostram.
No museu tinha até uma autêntica múmia… Sim, tinha uma só, a minha pessoa não conta (e nem a da Regiane)!
Sobrou inspiração para foto mais artísticas!
Em um dos lagos haviam crianças de uns 50 a 60 anos brincando com veleiros de controle remoto, acho que devia ser alguma competição porque por incrível que pareça, alguns deles estavam bem motivados.
Bom, fico por aqui. Os posts estão ficando mais longos a medida que não me sobra tempo para atualizar o blog, mas vamos lá, a viagem ainda não acabou! Temos ainda três novas cidades para conhecer até o dia 21/05 quando enfim voltaremos para Auckland e no dia 28/05 de volta para o Brasil.
Um grande abraço, saudades.